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GESTÃO DE PROJETOS: COMO ELABORAR UMA MATRIZ DE RISCOS

O ciclo de vida de um projeto percorre diversas etapas até chegar em sua transição final. Para isso, há diversas ferramentas que contribuem para que o desenvolvimento seja objetivo e eficiente, focando em alcançar, ou até superar, os resultados esperados.

Uma etapa bastante importante durante esse ciclo é a realização da análise dos riscos que permeiam o projeto e, com isso, delimitar estratégias que contribuam no gerenciamento dos riscos, caso eles ocorram de fato. No post de hoje, vamos compartilhar com você o passo a passo para desenvolver a matriz de riscos do seu projeto.

Conheça o ciclo de um projeto

Para compreendermos a importância da análise de riscos, é importante que sejam entendidas as etapas que compõem o ciclo de vida de um projeto e, assim, ser possível visualizar em quais etapas a análise se encaixa e o porquê.

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Cada etapa do ciclo possui diversas ferramentas que auxiliam no desenvolvimento das estratégias que possibilitam um melhor gerenciamento do projeto. O conceito de gestão de projetos utilizado aqui é o mesmo que certificações internacionais reconhecidas utilizam nos ensinamentos da gestão de projetos. Ao visualizar o ciclo acima, em que momento você considera mais adequado iniciar a construção de sua matriz de riscos?

Saiba quando iniciar a análise de riscos

É considerado mais adequado dar o pontapé da sua análise de riscos na primeira etapa: identificação e design do projeto. Neste momento, o gestor está na fase de avaliar os prós e contras do projeto, definir objetivos e prioridades.

Dependendo dos riscos encontrados nesta etapa, algumas mudanças já podem ser feitas para evitar impactos no decorrer do projeto. É preciso lembrar que a identificação dos riscos ela está presente no curso todo do ciclo, é sempre possível identificar novas possibilidades de riscos e haver a necessidade de novas análises. Porém, a probabilidade dos riscos se tornarem fatos reais é mais alta nas primeiras etapas do ciclo de vida do projeto.

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Elementos-chave do processo de gerenciamento de risco

Identificação de risco: identificar e documentar todos os riscos que podem afetar o decorrer do projeto;

– Análise de risco qualitativa: determinar as consequências de identificar riscos sobre os objetivos do projeto;

Análise de risco quantitativa: atribuir probabilidades numéricas a riscos e seu impacto sobre os objetivos do projeto;

Planejamento de resposta aos riscos: decidir que ações são necessárias para reduzir ou eliminar as ameaças, principalmente aquelas de alta probabilidade e de alto impacto;

Monitoramento e controle de riscos: responder a riscos conforme eles ocorram e garantir que procedimentos de gerenciamento de risco adequados estejam sendo seguidos.

 

Desenvolva a matriz de riscos: impacto X probabilidade

Para o desenvolvimento da matriz, se possível, é importante reunir pessoas envolvidas no projeto de diferentes áreas, pois elas trarão diferentes olhares em relação à atividade. Proponha que cada um pense nos riscos que possam surgir no decorrer do projeto e depois compartilhe com o restante do grupo.

Neste momento, o grupo debate juntos e define o grau do impacto daquele risco, caso ele ocorra, e o índice da probabilidade daquele risco ocorrer. Com estas informações, é possível montar sua matriz de riscos e, posteriormente, delimitar as estratégias que utilizarão caso cada um dos riscos listados ocorra.

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Uma base para definir esse plano de ação para o risco é delimitar as seguintes colunas em uma planilha: risco; probabilidade; impacto; plano de ação; responsável. É nesta etapa que possíveis respostas-padrão para imprensa são formuladas, possíveis ajustes no projeto, são criados formulários de perguntas e respostas ao público e etc.

Você já teve alguma experiência com análise de riscos em seus projetos? Compartilhe conosco experiências e dúvidas sobre esta etapa!

Diretoria de Projetos.

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O QUE É SER EMPREENDEDOR?

Dando continuidade à nossa ação “desbravando o mundo do empreendedorismo”, a fim de te mostrar que empreender não é um bicho de 7 cabeças, o texto de hoje vai te instigar a pensar sobre o que é, de fato, ser empreendedor.

O perfil e as características daquele que decide empreender são diversas e não se restringem ao ato de abrir um negócio, estão presentes na rotina e, por isso mesmo, precisam sempre ser trabalhadas e cada vez mais desenvolvidas.

É importante destacar que ser empreendedor não é o mesmo que ser aventureiro. Hoje em dia, muitas pessoas acreditam que para empreender basta ter uma ideia e colocar em prática. Claro que isso também é importante, mas, o que diferencia um empreendedor de um aventureiro é justamente analisar sua ideia em relação ao mercado e ao contexto, estudar e se aprofundar sobre o assunto, especializar-se (caso necessário), planejar, entre outros.

Ser empreendedor requer um conjunto de características e é por isso que nós do CEU selecionamos abaixo aquelas que consideramos as principais, pelo menos para dar o primeiro passo.

Desenvolver algo novo e único

Como mencionamos anteriormente neste texto aqui, empreender é identificar problemas, propor soluções para esses problemas e aplicar essas soluções na prática, o que significa que, provavelmente, esta solução será inédita, pelo menos para o contexto em que o problema foi identificado. É por isso que ter seu olhar voltado para o seu cenário é tão importante, porque é o que determinará aplicabilidade da sua ideia, ou não.

Ser ativo

A palavra ativo significa “aquele que exerce, age, que tem a faculdade de agir” e é por isso que listamos essa característica dentro do nosso top 5, pois esta é a essência do empreendedor. Não basta identificar o problema e encontrar a solução, é necessário colocar em prática e melhorar constantemente sua ideia, ou seja, é preciso agir sempre.

Ser perseverante

Não desistir é outro elemento chave do empreendedor. A ideia que você teve nem sempre vêm redonda, ou seja, 100% aplicável. Isso significa que provavelmente serão necessários vários ajustes e, por isso, persistir na sua ideia é fundamental.

Ser protagonista

O empreendedor precisa ter um olhar atento ao seu redor e isso apenas será possível se você assumir o papel de protagonista, ou seja, se você se responsabilizar pela sua ideia e se se enxergar como o principal para executar determinada ação dentro daquele cenário que carece da solução que você pensou.

Ter coragem de correr riscos

Ainda que você esteja bem preparado, imprevistos sempre podem acontecer. É por isso que nós do CEU incentivamos a todo empreendedor fazer uma análise de risco, ou seja, listar os riscos que seu negócio pode ter, a probabilidade de isso acontecer, o impacto que isso causaria no seu empreendimento e o plano de ação para buscar amenizar esse risco. De toda forma, empreender é estar ciente que nem tudo será flores e, mesmo assim, ter a coragem para colocar em prática sua ideia.

E aí? Você já tinha refletido tudo isso quando pensou em se tornar um empreender? Que tal começar a sair do perfil de aventureiro e se aproximar do de empreendedor? Como dissemos no início, ser empreendedor é muito além dessas 5 características, mas consideramos que elas são essenciais para despertar o empreendedor que existe em você! A jornada não é fácil e requer muita dedicação e é por isso que nós do CEU estamos aqui, para te ajudar. Mas não se esqueça, mais do que desejar o resultado, o importante é aproveitar a caminhada e estar sempre disposto a aprender, cada vez mais!

Diretoria de Comunicação.

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A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO PARA EMPREENDER!

Está pensando em empreender e abrir seu próprio negócio? Já fez todos os planejamentos e agora só falta botar a mão na massa? Pois bem, se você respondeu “sim” para as perguntas acima, nós do CEU temos outra para te fazer: nesse percurso todo, você já parou para pensar na Comunicação, seja interna (como você irá se comunicar com seus funcionários, parceiros, fornecedores e etc.), ou externa (como você irá se comunicar com o público em geral, o posicionamento e imagem do seu negócio)?

Se você leu essa última pergunta e pensou: “ Mas ah! Comunicação todo mundo sabe fazer, não precisa de planejamento ou de atenção, é algo que acontece naturalmente. ”, então, convidamos você a ler este texto, especialmente preparado para mostrar a importância da comunicação na hora de empreender. E se você já tinha pensado na Comunicação, mas ainda está com dúvidas, este texto também é para você. Ou seja, este texto é dedicado para todos que buscam o sucesso do seu negócio. Vem nessa com a gente!

 

ENTENDA COMO A COMUNICAÇÃO PODE TE AJUDAR

Estreitar e garantir um bom relacionamento com os diversos públicos não é mais simplesmente uma vantagem competitiva, é o sustento de qualquer tipo de organização. Precisamos considerar que, com novos espaços virtuais para manifestações e com os indivíduos cada vez mais críticos e conscientes, atrair as pessoas se torna um processo muito mais complexo do que se parece.

Independente do objetivo do seu empreendedorismo, o público é a chave para seu sucesso: se você for vender um produto, você irá precisar se destacar entre diversas outras marcas para que o seu produto seja o escolhido; se você for oferecer um serviço, ele também terá que chamar mais atenção de todos os outros serviços similares; se for algo inovador, você irá precisar de pessoas para aderir sua ideia; se seu empreendedorismo for social, apenas indivíduos cativados pela mesma causa é que farão as coisas acontecerem.

Mas calma, não precisa se desesperar!

Sabe quem pode te ajudar? Isso mesmo, a Comunicação! É com ela que você conseguirá ter o público como seu aliado e não seu inimigo! É com a Comunicação que você irá estreitar e garantir um bom relacionamento com seus empregados, fornecedores, parceiros, consumidores e outros.

E como gerir a Comunicação a favor do seu negócio? Confira aqui embaixo a solução para isso.

INVISTA SEU TEMPO NA GESTÃO DA COMUNICAÇÃO

Esse é o primeiro passo que você precisa fazer: reconhecer a importância da comunicação e investir seu tempo nela. Os resultados de um planejamento na área são de longo prazo e construídos diariamente e todo tipo de deslize deve ser evitado ao máximo, pois podem causar grandes danos.

Cada caso é um caso e, sem dúvida, precisa ser analisado especificamente, porém, algumas dicas são universais e podem ser facilmente adaptadas para cada contexto.

Crie espaço para se relacionar com seu público: só é possível estreitar o relacionamento com seu público ao se abrir para ele e o que não falta hoje em dia são espaços para isso com as mídias e redes sociais virtuais. É fundamental se fazer presente online, acompanhado de uma gestão de conteúdo. Utilize do Facebook, Instagram e outras ferramentas para divulgar sua marca/causa e para se aproximar do seu público.

Defina a missão, os valores e o posicionamento: você apenas conseguirá criar um elo com seu público, seja interno, ou externo quando você tiver os elementos acima mencionados determinados, os quais te ajudarão a criar credibilidade junto do público desejado.

Crie uma cultura de engajamento: essa poderia ser uma ação completamente voltada para o público interno do seu negócio, considerando que a cultura de engajamento busca a identificação dos empregados com a organização e, com isso, mais resultados. No entanto, se pensarmos que essas mesmas pessoas, que trabalham diariamente com você, também estão presentes nesses espaços virtuais, podemos dizer, então, que elas também são porta-vozes do seu negócio, o que gera um resultado em espiral, sem fim.

E aí? Ficou interessado na Comunicação? É por isso que o CEU tem um time todo especializado para atender essa demanda! E, para tal, você também pode contratar um profissional da área para te ajudar, ou se especializar no assunto. Nesse quesito, vale todo o esforço, só não vale mais pensar que a Comunicação não precisa da sua atenção.

Fique atento nas próximas postagens, com mais dicas e conteúdo sobre empreendedorismo fresquinhos para você!

Diretoria de Comunicação.

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QUER MANJAR SOBRE EMPREENDEDORISMO? ENTÃO VEM NESSA COM A GENTE!

A postagem demorou, mas chegou! E chegou com uma grande novidade. É isso mesmo.

A fim de desmistificar esta palavra que faz parte do DNA do CEU (e que pode fazer parte do seu também) e te ajudar a entender seu significado, nós iremos além: começaremos uma nova ação e explicaremos mais sobre o empreendedorismo e suas características, seja do processo ou dos envolvidos nos mesmos.

Tudo isso para te mostrar que empreender não é um bicho de 7 cabeças e que, se bem compreendido e assimilado, muitos resultados podem ser obtidos.

Vamos começar? Então vem nessa com a gente!

AFINAL, O QUE É EMPREENDEDORISMO?

 A pergunta acima poderia ser facilmente respondida com uma simples busca no dicionário Aurélio, o qual nos apresentará a seguinte definição para a palavra empreendedorismo:

  1. Qualidade ou caráter do que é empreendedor[1];
  2. Atitude de quem, por iniciativa própria, realiza ações ou idealiza novos métodos com o objetivo de desenvolver e dinamizar serviços, produtos ou quaisquer atividades de organização e administração.

Será que nossa pergunta é respondida somente com as palavras acima? Ou será que o empreendedorismo vai muito além na prática?

Bem, ainda que esta definição esteja englobada sobre o significado de empreendedorismo, ela não é unânime e os próprios empreendedores possuem perspectivas diferentes sobre o assunto:

“O empreendedor é apaixonado por uma ideia e corre atrás dela. Ele tem que ter brilho nos olhos e vontade de fazer, mesmo que seja a segunda, terceira, quarta iniciativa. ” (Pedro Passos, Natura)

 “Empreendedor não deve ter sonho, tem que ter meta. Ele não é um cara que briga, faz negócios. Brigar é coisa de namorados. ” (Abílio Diniz, Grupo Pão de Açúcar)

O LUCRO NEM SEMPRE É O OBJETIVO FINAL

É isso mesmo! Muitas vezes, quando pensamos em “empreender”, nos vêm à mente a abertura de um negócio de sucesso e no surgimento de um milionário. Claro, isso também pode ser empreendedorismo e sim, é possível lucrar. No entanto, essa não é a essência de empreender.

Vamos te explicar: para nós, do CEU, empreender é “identificar problemas, propor soluções para esses problemas e aplicar essas soluções na prática”. Ou seja, o empreendedorismo pode também ter resultados com retorno para a sociedade, para o dia a dia de uma comunidade e em diversos outros contextos, como vamos abordar abaixo.

 É POSSÍVEL EMPREENDER DENTRO DE UM AMBIENTE DE TRABALHO

Um ambiente organizacional enfrenta diversos desafios diários, em todos os setores e, ninguém melhor do que o funcionário para identificar o problema, propor uma solução e colocar em prática, para melhorar a rotina, os serviços, ou produtos que a empresa oferece.

Além de ser uma vantagem competitiva, é motivo de destaque para quem possuem essa atitude empreendedora e, por isso mesmo, as organizações estão cada vez mais incentivando este tipo de postura.

E aí? Que tal começar a observar seu cenário e procurar soluções para as pedras no caminho que você encontra na sua rotina de trabalho?

O PRIMEIRO PASSO PARA EMPREENDER É QUERER

Você só precisa se despertar! Isto é, despertar em você esse perfil empreendedor. A partir do momento que você começa a ficar atento ao seu redor e a propor melhorias diversas para sua realidade, a tendência é que cada vez mais pessoas sejam atingidas. Talvez, o problema que você identificou possa se tornar em um negócio próprio, ou então, melhorar seu dia a dia. O importante é dar o primeiro passo, que é simples: querer.

Quer ficar “manjando” sobre empreendedorismo? Então fique atento na nossa Fanpage e aqui no Blog! E claro, se gostar, não deixe de curtir, comentar e compartilhar!

[1] Segundo o dicionário Aurélio: intentar; levar a efeito; da princípio a (uma empresa).

Diretoria de Comunicação.

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Sua marca, sua conquista.

Ao começar um novo negócio, muitos empreendedores deixam de lado a identidade e a proposta de valor da sua marca, algo de extrema importância para o reconhecimento dela. Segundo Ana Couto, mentora da Endeavor, no Brasil não há nenhuma empresa no ranking das marcas mais valiosas do mundo. Se você está pensando que o problema está nos produtos ou em uma má administração, saiba que o buraco é mais fundo, ele está relacionado à sua marca, ao seu propósito.

Estamos falando sobre marca, sua importância, mas acho que ainda não te convenci né? Vamos fazer um teste bem simples, pense em uma marca de refrigerante, tenho certeza na maioria dos casos a primeira imagem que veio a cabeça foi da Coca Cola, não é mesmo? Agora pense no smartphone mais descolado e querido por todos, o Iphone da Apple apareceu nos seus pensamentos, não é mesmo? Essas duas grandes organizações trabalham com proposta de valor de marca, os produtos mudam, setores são inovados, mas a sua consolidação no mercado ainda está viva.

Sabemos que construir uma marca forte não é uma tarefa nada fácil. O pessoal da Endeavor deu algumas dicas de como dar o primeiro passo. Sabe aquilo que sempre escutamos “ a sua marca deve estar baseada em Preço, Produto, Praça e Promoção” é ainda verdade, porém, atualmente não é só nesses fatores que a sua marca precisa estar focada, com o consumidor mais ativo, crítico e com informação, a marca precisa também pensar em qual é a sua diferenciação, ou seja, o que a minha marca faz que ninguém mais faz, a sua relevância, ou seja, o quão importante para as pessoas é o meu produto, a propriedade, que está envolvida no design da organização e a sua consistência, que olha o quanto sua marca está consolidada no mercado.

Ótimo, já vimos os primeiros passos para se criar uma marca com identidade, mas saiba que não para por ai. Agora é hora de pensar na proposta de valor da marca, ou seja, a sua essência, como você quer que a sua marca seja vista pelo cliente? Outro ponto importante é o posicionamento é hora de mostrar para o consumidor o seu diferencial, o porquê apostar na sua marca, e por fim, o propósito (e sim, ele é extremamente importante) que mostra a preocupação da marca no ambiente em que vive e a sua vontade de mudar juntamente com a sociedade. Lembre-se sempre, não adianta escrever, fazer uma comunicação forte e não levar toda a sua proposta de valor para o seu produto, ou seja, concretize a sua

A sua marca é o exterior do seu negócio para a sociedade, é a partir dela que o encantamento e fidelização do cliente começa. Faça dela algo maior, invista e descubra qual o melhor meio de divulgar (logo logo teremos um texto sobre isso), olhe com carinho para a sua marca, é o cuidado com ela que vai dizer onde você estará na preferência dos consumidores.

Diretoria de Comunicação.

ADM

A Administração Financeira é a base do negócio!

A administração pode ser subdividida em quatro áreas funcionais: administração de operações, administração de marketing, administração de recursos humanos, e, por fim, a administração financeira.
Dentro de uma organização empresarial, todos os departamentos apresentam uma necessidade de interagir com a área financeira para executar suas tarefas, pois esta é responsável por gerenciar todo o fluxo de recursos financeiros, sendo estes necessários para o desenvolvimento de qualquer atividade dentro de uma empresa.

A administração financeira é a área de uma empresa responsável pela gestão do fluxo de recursos financeiros; ela trata de assuntos relacionados às operações financeiras de uma instituição, dentre elas: funções de análise, planejamento e controle financeiro, boa utilização dos recursos financeiros da empresa, crédito e cobrança, fluxo de caixa, e, por fim, tomadas de decisões de investimento e financiamento.

A direção financeira de uma empresa pode ser subdividida em três: a tesouraria, o planejamento financeiro e a controladoria. Essas três subdivisões apresentam diferentes focos, porém, são interdependentes. Enquanto a tesouraria executa um conjunto de tarefas operacionais relacionadas com a administração financeira de curto prazo, garantindo, deste modo, o funcionamento normal da organização; a controladoria apresenta a função de coletar, tratar, e controlar todas as informações gerenciais dentro de uma empresa, enquanto o planejamento financeiro utiliza as informações coletadas para apoiar a tomada de decisões de financiamento ou investimento de longo prazo.

Um profissional na área da administração financeira pode atuar em finanças corporativas, investimentos, finanças internacionais e instituições financeiras (como bancos comerciais, bancos de investimento e desenvolvimento, sociedades de arrendamento mercantil e sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários); ele possui funções como a formulação de estratégias financeiras para a empresa e suas subsidiárias, representação de sua organização perante órgãos públicos e instituições financeiras e a direção de departamentos que desemprenhem tarefas relacionadas com a gestão de recursos financeiros dentro de uma organização.

Quanta coisa não é mesmo? A Administração Financeira é uma das peça chave de um bom negócio e seu controle é o que ajuda a manter o seu empreendimento sustentável!

Diretoria de Administração.

ANA RAQUEL

Conhecendo a postadora convidada Ana Raquel Périco Mangili!

Olá a todos! Fui convidada pela equipe do CEU para postar no blog sobre temas relativos às pessoas com deficiência e empreendedorismo. Vou me apresentar e contar um pouco de minha história no post de hoje. Nasci prematuramente em outubro de 1994, após sete meses de gestação. Meus pais perceberam que, com seis meses de idade, eu não conseguia sustentar meu pescoço e acompanhar o desenvolvimento motor esperado pela minha faixa etária. Médicos afirmam que, provavelmente, me faltou oxigênio nos momentos seguintes ao parto. Não dá para se ter certeza exata da causa da minha deficiência física, porque em nenhum exame aparecem indícios de alterações visíveis no cérebro ou nos meus genes.

Tendo como base meus sintomas físicos e sensoriais, recebi três diagnósticos: Distonia generalizada, Disfonia e Deficiência Auditiva bilateral moderada. A Distonia é um distúrbio de movimentos, causado por contrações e incoordenações musculares. No meu caso, ela é generalizada, pois está presente em todos os músculos do meu corpo.

A Disfonia é uma consequência direta da Distonia, isto é, são alterações na voz devido às contrações dos músculos do pescoço. Já a Deficiência Auditiva foi causada por lesão de algumas células ciliadas das cócleas, mas também é um pouco agravada pela Distonia, devido às contrações musculares da cabeça e pescoço. Por causa da surdez parcial, utilizo Aparelhos Auditivos e o Sistema FM, que me ajudam a ouvir melhor.

Antes mesmo de ter meu diagnóstico fechado, meus pais foram atrás de todo tipo de tratamento existente, com o objetivo de me dar a maior qualidade de vida possível e a igualdade de oportunidades em relação às outras crianças. Pode-se dizer que estive em contato com a acessibilidade desde muito cedo em minha vida: enquanto eu não andava sozinha, minha mãe me segurava. Por ter dificuldades para escrever à mão durante as aulas e realizar outras atividades com os braços, eu comecei a ter o acompanhamento de uma monitora, e posteriormente ganhei também um notebook para escrever. Quando minha audição não me possibilitou mais acompanhar as conversas e outras atividades sonoras, eu recebi, aos nove anos de idade, meus primeiros aparelhos auditivos.

O curioso é que, apesar de eu ter nascido com todas essas deficiências, levei algum tempo para tomar consciência delas. A criança que já nasce com alguma deficiência só percebe a sua diferença no contato e na comparação com os demais. Até antes de entrar na escolinha, com cinco anos, eu não tinha essa concepção de que eu tinha algumas particularidades. Para mim, era normal sentir dores nos músculos, ter sessões diárias de fisioterapia e possuir dificuldade com algumas tarefas motoras.

Foi exatamente por me sentir igual às demais crianças que só fui descobrir minha perda auditiva com oito anos de idade. Desde pequena, eu assistia à televisão em um volume bem mais alto do que o normal, e olhava para a boca das pessoas (fazendo leitura labial) quando elas vinham falar comigo. Sempre ouvi quase todos os sons, o difícil é compreender a fala humana, pois as palavras chegam “embaralhadas” aos meus ouvidos, como se fossem de uma língua estrangeira que não conheço.

Achava isto comum, até que, com oito anos, a professora passou uma atividade envolvendo a escuta de um CD no rádio, e percebi que meus colegas entendiam tudo o que estava sendo dito e eu não. Fiquei indignada e desde aquele momento aceitei que havia algo de errado com a minha audição.

Por eu já possuir uma deficiência física, lidei de uma forma bem tranquila quando me veio o diagnóstico da surdez. De fato, a Distonia sempre afetou mais minha vida do que a perda auditiva. Mas me adaptei às circunstâncias de modo que nem a Distonia e nem a surdez me impedissem de atingir meus objetivos.

Durante a adolescência, descobri minha paixão pela comunicação escrita e, como sempre gostei de ler, resolvi fazer dessas duas atividades minha futura profissão. Com 18 anos de idade prestei alguns vestibulares para o curso de Jornalismo. Passei em três universidades públicas brasileiras, entre elas, a UNESP, que sempre me proporcionou os recursos de acessibilidade necessários para meu acesso e minha autonomia acadêmica.

No começo de 2014, comecei meu estágio em assessoria de imprensa na ADAP, onde estou até hoje. Lá, sou responsável pela produção de reportagens e entrevistas para o site e para as páginas da entidade nas redes sociais. Com este trabalho, finalmente entendi a importância do jornalismo. Descobri a paixão pela área científica e da saúde.

Porém, mais do que isso, finalmente faço parte da comunidade surda oralizada brasileira. Cresci sem nenhum contato com deficientes auditivos, sempre tentando me adequar ao mundo ouvinte e me sentindo excluída. Agora compreendo que faltava uma parte da minha identidade. E, a partir daí, resolvi também trabalhar em prol da comunidade das pessoas com distúrbios de movimento no Brasil.

O ano de 2015 também foi bem produtivo. Realizei um intercâmbio na Universidade espanhola de Salamanca. A viagem aconteceu na ocasião de um curso de três semanas de cultura e língua espanhola, ofertado pelo Programa TOP Espanha 2015 Santander Universidades, e com o apoio da Unesp.

Também em 2015, viajei ao Chile, pois fui convidada a apresentar minhas experiências com a acessibilidade no VII Encuentro de la Red Interuniversitaria Latinoamericana y del Caribe sobre Discapacidad y Derechos Humanos e no IV Encuentro Nacional de Redes de Educación Superior Inclusiva: abriendo caminos para una nueva concepción de inclusión en educación superior, realizados na cidade de Valparaíso.

Em maio de 2016, apresentei uma palestra sobre o tema “Futuros Improváveis” no primeiro TEDxUnespBauru. Em julho desse mesmo ano, lancei meu projeto de TCC, o Blog Dyskinesis. Ele foi concebido através da conciliação do sonho de ter um site sobre distúrbios de movimento aliado com a escolha de entregar um produto como Trabalho de Conclusão do Curso de Jornalismo. O objetivo do Dyskinesis é levar informação, entretenimento e representatividade para os brasileiros que possuem distúrbios de movimento e doenças raras relacionadas e que querem saber mais sobre o tema, assim como os possíveis demais interessados na área (profissionais da saúde, familiares e curiosos em geral).

Com as minhas vivências, aprendi que possuir uma deficiência (ou mais, no meu caso) não significa algo limitador. É apenas uma abertura para novos caminhos, novas possibilidades de viver a incrível diversidade humana. Mas é claro que essa realidade está longe de ser fácil. Para realizar algumas de minhas atividades, eu preciso de vários recursos de acessibilidade e de esforços diários, tanto meus quanto da minha família, que sempre me apoia em tudo.

Porém, o processo de aceitação de nossas deficiências também é um elemento fundamental. Não devemos nos lamentar pelas capacidades físicas e sensoriais que perdemos, e sim focar nossos esforços na habilidade de resiliência e nos aprendizados que adquirimos com tudo isso. Temos toda uma vida pela frente, e não é justo deixar que nossas deficiências tirem a alegria dos nossos dias futuros.

Eu não poderia deixar de mencionar aqui minha admiração e gratidão eternas aos meus pais, à minha irmã, aos meus amigos e aos profissionais que cuidaram de minha saúde desde pequena. Eles sempre me incentivaram ao desenvolvimento de minhas potencialidades e me mostraram o quanto tenho potencial quanto qualquer outra pessoa.

Agradeço principalmente à minha mãe e ao meu pai, que me dão até hoje todo o suporte necessário para uma vida de máxima independência possível. Faço faculdade, trabalho em outra cidade e viajo com a certeza de que sempre posso contar com eles em qualquer necessidade. Muito obrigada!

 

Ana Raquel Périco Mangili.

BOM

Já pensou em ter uma equipe de Gestão de Qualidade no seu negócio? Fique ligado na sua importância!

A Gestão da Qualidade, que surgiu com o nome de Controle de Processos durante a Segunda Guerra Mundial, consolidou-se como uma estratégia competitiva das organizações durante o século XX, a fim de assegurar ao máximo a qualidade aos processos, produtos, serviços e rotina das empresas.

Diante da concorrência global, a Gestão de Qualidade recebeu uma importância ainda maior, uma vez que tem como objetivo a satisfação dos clientes, os quais estão cada vez mais exigentes e críticos devido às transformações tecnológicas e, também, a eficiência dos processos produtivos e a redução de custos, os quais permitem uma vantagem competitiva perante à economia mundial.

Atualmente, a Gestão de Qualidade se encontra na chamada “terceira onda da qualidade”, etapa em que está se unindo ainda mais ao gerenciamento de processos e que tem como foco a visão externa do cliente sobre o produto ou serviço da empresa.

Para atender tais demandas, as grandes empresas precisam cumprir diversas normas que certifiquem a qualidade de seus produtos, serviços ou processos e, para tanto, foram criadas diversas ferramentas avançadas, sendo uma delas o BPM (Business Process Management – Gestão de Processos de Negócio), a qual também está sendo implementada no CEU pela nossa equipe de Gestão de Qualidade.

O BPM é de fundamental importância para as organizações, pois visa reconhecer os processos que estão sendo executados, a fim de medi-los e gerenciá-los, para que seja possível reavaliar melhorias e evoluções nos processos. Com isso, ele é um gerenciamento adaptável para diversos ramos que traz resultados significativos ao sistematizar e facilitar processos.

Se você vai empreender e quer garantir sempre mais o sucesso do seu negócio, é importante fazer com periodicidade avaliações sistemáticas nos processos, práticas e rotinas, aplicar ferramentas de Qualidade, identificar os processos que necessitam de melhorias, entre outros.

Ficou interessado? Já pensou nos resultados positivos que a Gestão de Qualidade pode trazer para o seu negócio? Hoje em dia diversos cursos são oferecidos sobre este tema. E aí, que tal se capacitar? Ou então contratar profissionais da área? Fica aqui a dica do CEU para que seu empreendedorismo tenha cada vez mais sucesso.

Diretoria de Qualidade.

MURILO E SÓCIO

Conheça a história da Mousta: uma startup que nasceu da iniciativa de ex-unespianos!

Idealizada por ex alunos da Unesp, Murilo Souza e Ricardo do Amaral Silva, ambos engenheiros de produção, a Mousta é uma Startup de desenvolvimento de produtos tecnológicos. Focada no pilar da usabilidade, a Mousta busca desenvolver projetos que entreguem novas soluções e possibilidades para a sociedade. Dentre os projetos atuais da empresa, estão o desenvolvimento de Drones, Impressoras 3D e Automação Residencial. Confira agora o bate-papo que tivemos com o Murilo e com o Ricardo!
Antes de começar a empreender você exercia alguma outra atividade remunerada? Se sim conte-nos mais o que você fazia e quais aprendizados você trouxe das últimas atividades para dentro da Mousta?
Sim, eu tinha algumas propostas de emprego e também estava começando outro negócio no mercado imobiliário. Já meu sócio, Ricardo Silva, era trainee na Tigre, atuando em Joinville, na área de pesquisa e desenvolvimento. Certamente trouxemos muito conhecimento de todas as nossas experiências profissionais anteriores e o melhor foi que fizemos estágio juntos numa mesma companhia durante a vigência de nossa graduação. Isso nos possibilitou termos situações reais para embasar nossos pontos de vista e chegarmos às nossas conclusões. Começar a empreender cedo é ótimo, porém experiências profissionais são de extrema valia para se ter uma mínima noção de funcionamento do mundo corporativo real, algo que as universidades passam longe de nos ensinar.
O que nós trouxemos de bagagem foi exatamente o que funcionava e barramos o que não funcionava. Simples assim. Também tomamos muito cuidado para não acontecer muitas situações das quais não gostávamos e não queríamos na nossa companhia, algumas até descobrimos que eram necessárias e inevitável. Nem tudo são flores.
Quando foi que você decidiu começar a empreender? Nos conte quais foram as suas principais motivações?
O empreendedor possui certas características fortes que indicam que ele logo construirá algo. Sempre soube que cedo já me aventuraria nessa jornada. Quando terminei meu último estágio universitário, me inscrevi em alguns programas de trainee e fui avançando nas etapas, mas não estava satisfeito e já alguns meses atrás disso já estava bolando algumas ideias de negócios, e as conversas com o meu hoje atual sócio estavam avançando cada vez mais. A insatisfação com as culturas organizacionais das corporações por onde passei já estavam me saturando e percebi que não adiantava mais mudar de empresa: quando você deseja algo que não existe, é necessário criá-la. E assim foi.
Estávamos com o modelo de negócios bem desenhado, as vontades, crenças e valores muito bem alinhados e explodindo de vontade de começar logo, pois sabíamos que começar os negócios paralelos à empregos não daria certo. Quando estava num hotel em São Paulo, fazendo a última etapa de um dos mais concorridos processos de trainee do Brasil, meu telefone toca. Era Ricardo. Não poupou tempo e foi muito direto: “Murilo, pedi demissão do meu trainee. Agora precisamos começar nosso negócio.” Não tive outra reação possível, abandonei o processo seletivo praticamente no final, deixando todos perplexos e sem entender o por que eu levantara e saído. Assim, nascia a Mousta.
Você já tinha pensado em abrir uma empresa antes?
Sim, várias. De tudo que é possível imaginar: franquias, loja de roupas, fábrica de gelo, restaurante e por aí vai. Era inevitável, mais dia menos dia isso iria acontecer.
Antes da Mousta, você já teve algum outro tipo de empreendimento? Se sim qual?
Comecei a trabalhar um negócio no mercado imobiliário, mas deixei de lado para me dedicar à Mousta.
Como surgiu a sua ideia de negócio atual?
A vontade de atuar no ramo de tecnologia, para ser possível ter alta escala e grande impacto social. Ricardo é super conectado ao mundo da tecnologia e eu adoro a dinâmica de negócios. As conversas fluem e sempre fluíram muito intensamente e o negócio atual se construiu dos longos skypes e às chamadas telefônicas.
Nos conte como foi o processo de criação da sua empresa? Encontrar identidade, um sócio, etc.
Nossa história foi um pouco inversa do comum. Primeiro definimos que além de ex-colegas e amigos seríamos sócios. Depois se iniciou o que faríamos. O sócio é a pessoa mais importante no mundo de um empreendedor, pois ele será sua luz, sua imagem e sua sombra. Qualquer negócio que seja, se a sociedade não for ótima, não decola, seja no curto ou longo prazo.
Costumamos dizer que nosso day one foi num estágio em 2013, quando entreguei ao Ricardo um livro sobre empreendedorismo que na dedicação eu dizia que esperava que o livro despertasse algo nele, dado que acreditava que ele tinha muito potencial para construir algo realmente grande. Não imaginava que um dia nos tornaríamos sócios, mas a vida tem dessas coisas né?
Quais as principais dificuldades que você encontrou no início?
As dificuldades iniciais foram: falta de experiência, falta de recursos e as pessoas não acreditarem e duvidarem de você.
A falta de experiência se deve a necessidade de ter que realizar praticamente sozinho todas as atividades de uma empresa, sem ter experiência alguma;
A falta de recursos te obriga a fazer milagres diariamente. Desde colocar uma gravata e passear em órgãos governamentais para solucionar problemas burocráticos a pintar paredes e limpar banheiros. De tudo mesmo.
Duvidarem de você é diferente. É ruim quando te subestimar, não abrem as portas e dificultam seu caminho. Isso é sim uma dificuldade, mas é motivador. Devemos sempre utilizar isso como um combustível para superar a si mesmo e mostrar que você é sim capaz de construir todas as loucuras que você diz. Isso é concretizar sonhos.
Agora com a empresa prestes a ser inaugurada, quais são as expectativas para o futuro da Mousta?
Lançaremos nossos produtos na próxima semana, três modelos de impressora 3D, a nível nacional. Esperamos uma boa aceitação do mercado, dado que as máquinas estão numa qualidade e preço excepcionais. Mas isso é só um primeiro passo, já temos quase um dúzia de outros projetos esperando serem executados. A fábrica aqui nunca para, assim como nossa capacidade de sonhar e suar.
Você poderia deixar alguma mensagem para aqueles que tem uma ideia de negócio ou possuem o desejo de empreender.
Viva uma vida da qual você vai se orgulhar ter vivido, que tenha vontade de contar para todo mundo. O único arrependimento que devemos carregar é daquilo que um dia quisemos e não tentamos realizar.
Somos pequenos, mas podemos ser do tamanho dos nossos sonhos. Basta querer e ralar muito, mas vale muito a pena.

Diretoria de Comunicação
*Crédito da Imagem: Social Bauru

FELIZ E TRISTE

Vai empreender? Então fique ligado nas dicas abaixo sobre gestão de pessoas

Em um período em que métodos de liderança estritamente autoritários caem por terra, um dos grandes desafios do empreendedor moderno é buscar maneiras de maximizar o desempenho de seus funcionários. Dentre os meios para isso, a Gestão de Pessoas tem se mostrado uma das maneiras mais eficientes, e também mais desafiadoras, para o estímulo das habilidades individuais dos empregados, tal que possa ser considerado como um agente fundamental para o desenvolvimento das novas organizações.

Uma boa gestão de pessoas deve seguir um bê-á-bá básico. O individuo que se configura no papel de líder deve ser capaz de conhecer seus funcionários: entender suas limitações, reconhecer suas motivações e estimular suas habilidades individuais. Estes três elementos, apesar de independentes, demonstram-se harmônicos, ou seja, um tem forte influência sobre o outro, afetando diretamente no resultado final. Além disso, é fundamental que o líder demonstre extrema confiança sobre o trabalho de seus subordinados, incentivando-os a cada barreira enfrentada. Apesar de parecer supérfluo, uma frase motivacional e um voto de confiança podem ser um grande diferencial quando se enfrenta uma situação desafiadora. Apostar nos feedbacks também é um ponto a ser considerado. Se existe alguém que possa lhe explicar como será possível uma melhora em seu rendimento, será o próprio funcionário.

Aposte em reuniões e estabeleça avaliações periódicas. Em geral, dê alguma voz ao seu funcionário para que ele se sinta valorizado dentro de sua empresa. Por fim, mas não menos importante, devemos comemorar as conquistas. Este é um modo de transparecer a todos o sucesso do trabalho e mostrar o quão valioso foi todo o tempo dedicado – por eles – àquele projeto. Este deve ser, portanto, uma das dicas mais valiosas, pois não há melhor método motivacional do que revelar ao seu funcionário o quão essencial ele foi para aquilo e que sem sua contribuição o resultado obtido não teria o mesmo sucesso.

 

Diretoria de Gestão de Pessoas – CEU Bauru.